terça-feira, 16 de junho de 2009

Ah, jovens tolos...

A juventude muda como uma modelo troca de roupa em um desfile. A cada década que passa, as idéias mudam, tornam-se melhores (ou não). Na década de 70, era "do balacobaco" sair pagando de malvadão com um cigarro na mão. Drogas eram tabus e os hippies apregoavam "paz, amor e muito cogumelo azul". Hoje, estão discutindo liberação da maconha. Liberação da M-A-C-O-N-H-A. Essa palavra, em algumas casas, até hoje, é motivo de surras e pirralhos ajoelhados no milho por horas a fio. O que é tãããão assustador assim?? Um cigarrinho inocente, como dizem alguns defensores? Vejamos...

A maconha possui propriedades terapêuticas, sendo uma delas, um anestésico mais poderoso que a morfina, sem ainda, a possibilidade de uma reação alérgica. Sua utilização (pura, sem bosta de vaca!!!) como fumo provoca alucinações, torpor, euforia, seguido de fome exagerada. Fora o cheiro insuportável que essa porcaria deixa no ar...

É isso que eles querem liberar? "Legalize já! Uma erva natural não pode te prejudicar!" Jura? Falaram a mesma porcaria a respeito do chá de lírio, chá de cogumelos, fumo de corda, exposição ao sol... Tudo isso a Natureza oferece. Claro que tem seus efeitos...

Um babaca põe a culpa de seus atos imbecis na droga que estava usando. Hey, se MACONHA é tão natural assim, por que é chamada de DROGA? Você só fala DROGA quando alguma coisa dá errado na sua vida. "Ah, mas um baseadinho anima uma festinha...". Se você chegou ao extremo de ter que se utilizar de subterfúgios para buscar diversão, procure um terapeuta, pois você está com problemas. Ou melhor ainda: arranje um trabalho, vá fazer caridade, vá ocupar a cabeça!

"Ah, guria, tu vive numa bolha, hoje em dia isso é normal!". É o mais preocupante. Os jovens passaram a achar isso "normal". Conheço várias pessoas que usam de vez em quando, regularmente e viciados, que não passam um dia sem. Todos eles sabem que eu simplesmente respeito a decisão deles, não vou perder meu tempo em "sermões" que são chatos tanto pra eles quanto para mim. Eu simplesmente evito ficar próxima à eles enquanto estiverem utilizando ou sob efeito de drogas. E eles também sabem que, se der alguma zica, estarei lá ao lado deles, dando apoio moral e umas porradas para que aprendam a ser gente. Não uso drogas, nunca fumei um baseado na minha vida, nunca cheirei, injetei, bebi ou sei lá... Não gosto. Simplesmente, não gosto. Não serei hipócrita o suficiente para dizer que nunca consumi bebidas alcoólicas ou fumei cigarros de tabaco. Porém sei os efeitos dessas drogas e odeio quando as coisas saem de meu controle (falar grogue é o Ó).

Meu conselho? Não tenho. Quer usar? Fique à vontade de dar 20 passos longe de mim. Prezo demais meus neurônios para que eles sejam destruídos, assim, de graça.

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